JORNADAS DIDÁCTICAS 2021*  
09 e 16 de Outubro de 2021**
Escola de Arquitetura, Arte e Design da Universidade do. Minho, Guimarães
 
   
Oradores Convidados | Comunicações aprovadas  
   
ORADORES CONVIDADOS PARA AS JORNADAS DIDÁCTICAS 2021  
Página inicial
BRUNO FIGUEIREDO (Esc. Arquitectura, Arte e Design da Univ. do Minho, Lab2PT, Ceramics Lab)  
Comissão Organizadora
ISA CLARA NEVES (Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra e CEAU-FAUP)  
Comissão Científica
MARIA JOÃO DURÃO (Fac. Arquitectura da Universidade de Lisboa, CIAUD, Laboratório da Cor)  
Datas Importantes
PAULA SIMÕES (Instituto de Avaliação Educativa, I..P.)  
Programa
PHILIP CABAU (Escola Superior de Artes e Design das Caldas da Rainha)  
Oradores
   
Chamada de comunicações
AUTORES DAS COMUNICAÇÕES APROVADAS:  
Submissão de comunicações
DANIEL SILVESTRE (UM/EAAD; IPCA/ESD)   Inscrição
FILIPE J. S. BRANDÃO (ISCTE-IUL) e ALEXANDRA PAIO (ISCTE-IUL)  
Jornadas - Curso de Formação
JOÃO CABELEIRA (EAAD/ Lab2PT ) e JOÃO PEDRO SILVA (EAAD)  
Localização e Alojamento
JOSÉ VÍTOR CORREIA (FAUL), LUÍS ROMÃO (FAUL) e ANA GUERREIRO (FAUL)  
Jornadas Didácticas anteriores
LÍDIA GANHITO (UNESP)   Parcerias
TERESA PAIS e MARIA JOÃO PINTO (DARQ-FCTUC)  
Contactos
         
         
         
BRUNO FIGUEIREDO, arquitecto (FAUP, 2000), é Professor Auxiliar da Escola de Arquitectura da Universidade do Minho. Mestre em Cultura Arquitectónica Moderna e Contemporânea (FAUTL, 2009), com a dissertação Projecto, Computação e Fabrico: para a integração das tecnologias digitais em Arquitectura. Visitingstudent do Design and Computation Group, MIT (2012). Em 2016 conclui a tese de doutoramento, Descodificação da De re aedificatoria de Alberti: uma abordagem computacional à análise e geração de Arquitectura Clássica. Investiga a integração de processos computacionais analíticos e generativos e sistemas fabrico digital em arquitectura. Membro do Laboratório de Paisagens, Património e Território (Lab2PT), onde coordena o grupo DeTech (Design & Technology). Coordena desde 2016 trabalhos de investigação do Advanced Ceramics R&D Lab, no Instituto de Design de Guimarães, centrados na exploração de processos de impressão 3D de componentes arquitectónicos em materiais cerâmicos e biopoliméricos.   
TÍTULO DA COMUNICAÇÃO    
A IMPORTÂNCIA DA GEOMETRIA NO FABRICO DIGITAL EM ARQUITETURA    

A integração de ferramentas de modelação de superfícies NURBS em programas CAD, na década de 1990, abre um novo léxico formal aos arquitectos. Mike Silver argumenta que estas experiências de composição de geometrias curvas complexas contribuíram para o interesse dos arquitectos por ferramentas computacionais no desenvolvimento de projecto. Na década de 2000, com a disseminação de linguagens de programação visual em programas CAD, emerge uma geração de arquitectos que explora princípios algorítmicos e relações paramétricas na definição de novos sistemas morfológicos e materiais que têm como premissa a optimização do desempenho funcional dos edifícios.
Neste mesmo período, há um significativo número de investigações, e iniciativas da indústria da construção que promovem processos de personalização em massa na arquitectura pela integração de sistemas de fabricação digital e robótica. [Continua no Livro de Resumos]

         
         
         
         
         
ISA CLARA NEVES é arquiteta, professora e investigadora baseada no Porto.
Licenciada em Arquitetura pela Faculdade de Arquitetura da Universidade do Porto, mestre em Cultura Arquitetónica e doutorada em Arquitetura pela Faculdade de Arquitetura da Universidade de Lisboa. Colaborou com Eduardo Souto de Moura. Coordenou e coorganizou diversos eventos, entre os quais DigitalDarq e Black Box Stories of the Future. É autora de vários artigos publicados em revistas, e artigos científicos e participações no Journal IJAC, eCAADe, CAADRIA, SIGraDI, PARC, entre outros. Desenvolve investigação de Pós-Doutoramento pelo Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra. Foi a vencedora da 13.ª edição do Prémio Távora (2018). Constituiu a equipa curatorial da Porto Design Biennale 2019. Autora do livro de viagens “Abordagem científica ao projeto de arquitetura: Desde as racionalidades modernas”, editado pela Ordem dos Arquitetos em 2019.
 
TÍTULO DA COMUNICAÇÃO:    

A CULTURA COMPUTACIONAL NA ARQUITETURA
NOTAS PARA A ARQUEOLOGIA DE UM FUTURO EMERGENTE

   
A presente investigação pretende registar contextos culturais e tecno-científicos que protagonizaram uma construção de instrumentos científicos na disciplina e contribuíram para o atual momento de utilização generalizada de métodos computacionais na concepção e produção de arquitetura.
Num momento em que, de facto, o computador se tornou uma peça integrante na prática da arquitetura, defende-se como pertinente que se dê relevo e importância aos antecedentes da história computacional e científica que conformaram o atual momento, sendo que é olhando para trás, para o passado, para o que existe, estudando-o, que surgem boas reinvenções e se perspectivam direções presentes e futuras. [Continua no Livro de Resumos]
       
       
       
       
       
MARIA JOÃO DURÃO é Professora da FAUL desde 2001; Doutora em  ’Colour and Space’ pela University of Salford, Reino Unido em 2000, com equivalência ao grau de doutor pela Faculdade de Arquitectura- Universidade Técnica de Lisboa em ‘Arquitectura, Especialidade de Desenho e Comunicação Visual’; Pós-doutorada com bolsa da FCT com o tema: “Arte, Ciência e Tecnologia na Concepção e Representação da Obra Arquitectónica de Calatrava”; Investigadora na área da comunicação visual em espaços pictóricos e arquitectónicos, terrestres e aeroespaciais, sobre questões de representação, percepção, estética e sustentabilidade com enfoque nos fenómenos da cor e do desenho. Autora de publicações científicas com participação internacional em seminários, congressos, workshops e exposições de arte.
Fundadora e coordenadora do 'Mestrado em Cor na Arquitectura'; Coordenadora do Laboratório da Cor e do Grupo de Investigação em Cor e Luz do CIAUD-FA; Orientadora de teses de doutoramento e projectos de investigação, muitos dos quais financiados pela FCT; Membro do Conselho Científico do Curso de Doutoramento em Design; da comissão científica e editorial de publicações, congressos e conferências; Presidente fundadora eleita da Associação Portuguesa da Cor e actualmente sua Presidente honorária. Membro eleita do Executive Committee da International Colour Association;onde também é Chair do Study Group on Arts and Design e do seu International Colour Day. Membro honorária da International Association of Colour Consultants. Senior member do American Institute of Aeronautics and Astronautics, do seu AeroSpace Architecture Committee e fundadora do TEAM 11.
 
 
     
TÍTULO DA COMUNICAÇÃO:    
A MULTIDISCIPLINARIDADE DA INVESTIGAÇÃO DO FENÓMENO CROMÁTICO.    
A cor é ubíqua na natureza e sempre presente na nossa vivência, consciente ou inconscientemente. A terra, o mar, o céu possuem cor nos seus elementos constitutivos que os animais e os humanos procuram interpretar e utilizar, quer na realidade material quer na virtual, para efeitos biológicos, cognitivos, estéticos, simbólicos, culturais, civilizacionais, psíquicos, espirituais e epistemológicos. A própria substância cromática existe no reino animal, mineral e vegetal. Mesmo onde não há luz, os animais subaquáticos adaptaram-se à produção de luz e cor e ao reconhecimento respectivo, para sua sobrevivência. Não é de estranhar, portanto, que a cor seja tema de estudo numa gama vasta de áreas do conhecimento: artes plásticas, arquitectura terrestre e aeroespacial, planeamento urbano, cinema, teatro, realidade virtual, iluminação, luz, design de equipamento, design de comunicação, design da moda, têxteis, tintas e pigmentos, cerâmica, fisiologia, neurofisiologia, biologia, visão, ergonomia, química, psicologia, história, simbologia, estética, fenomenologia, sociologia, antropologia, linguística, marketing, publicidade, geografia, colorimetria, webdesign, nanotecnologia, tecnologias dos materiais, tecnologias dos audiovisuais e múltiplas outras aplicações à Arte, Ciência e Tecnologia.
         
         
         
         
         
PAULA SIMÕES é doutoranda em Avaliação em Educação. Mestre em Ciências da Educação – área de Avaliação em Educação, com formação especializada em Administração e Política Educacional. Licenciada em Línguas e Literaturas Modernas.
Professora do Ensino Básico e do Ensino Secundário (grupo 330) desde 1986. Formadora de professores na formação inicial (Inglês) e na formação contínua (Didática Específica, Avaliação e Investigação-ação) desde 2001, com principal incidência na Avaliação das Aprendizagens e na Avaliação da Oralidade em Língua Estrangeira.
Investigadora auxiliar no estudo de implementação do projeto “Ensino Bilingue” (DGIDC/British Council, 2009/2010). Co-autora das Metas de Aprendizagem para as Línguas Estrangeiras (DGIDC, 2009/2011).
Assessora técnico-pedagógica no IAVE entre 2011 e 2016. Diretora de Serviços de Avaliação Externa no IAVE desde janeiro de 2017.
 
       
TÍTULO DA COMUNICAÇÃO:  
O LUGAR DA AVALIAÇÃO NO DESENVOLVIMENTO CURRICULAR  
Desenvolver o currículo em contexto de sala de aula envolve estratégias que, cruzando opções didáticas e pedagógicas, promovem aprendizagem. A avaliação é tradicionalmente considerada como uma atividade à parte quando, após uma sucessão de aulas, módulos ou unidades de ensino, aplicamos um instrumento que permite verificar se a aprendizagem se realizou e o nível de qualidade dessa realização. Ou seja, a avaliação é tratada como um apêndice ou uma área subordinada do currículo ou da didática, algo que se faz no fim depois de tudo o resto acontecer. No entanto, pensar a avaliação como parte integrante do desenvolvimento curricular situa a avaliação na sua dimensão mais importante: a de informar continuamente o ensino e promover mais e melhor  aprendizagem
         
         
         
         
         
PHILIP CABAU é professor na ESAD.CR / IpLeiria e investigador integrado do LIDA, Laboratório de Investigação em Design e Artes, deste instituto. Autor de vários livros e ensaios sobre o desenho e o seu ensino desenvolveu, enquanto arquiteto, projetos na área da arquitetura, cenografia, desenho de exposições e mobiliário.   
   
   
   
   
       
       
       
       
       
TÍTULO DA COMUNICAÇÃO:  
A IDEIA DO DESENHO ACABADO  
O desenho ensina. Desenhando aprendemos a ver, a perceber, a estabelecer relações entre o tocar e o ver, negociando e fixando as relações entre nós, o mundo e perceção que fazemos dele. “Há uma enorme diferença entre ver uma coisa sem o lápis na mão e vê-la desenhando”, constatava Paul Valéry: “Não conheço outra arte que convoque maior ‘inteligência’ que o desenho”.  É uma operação dirigida à inteligibilidade do mundo. Através do desenho vê-se diferente, vê-se melhor. Sabemo-lo ao desenhar: uma vez acabado um desenho, entende-se realmente o que aquela experiência proporcionou. [Continua no Livro de Resumos]
 
 
 
 
 
COMUNICAÇÕES APROVADAS PARA AS JORNADAS DIDÁCTICAS 2021    
 
DANIEL SILVESTRE (UM/EAAD; IPCA/ESD)
ILUSTRAÇÃO E SISTEMAS DE REPRESENTAÇÃO:
PROPOSTAS DIDÁTICAS PARA UMA EXPLORAÇÃO EXPRESSIVA DO ESPAÇO PICTÓRICO
A representação a partir da observação é um acto estruturante na pedagogia do desenho artístico, que articula o desenvolvimento de aptidões relacionadas com a geometria espacial, com o manuseamento dos materiais, com a gestualidade, entre outros. A centralidade da prática da observação no contexto de sala de aula leva, no entanto, a um ensino onde predominam sistemas de representação mais ou menos naturalistas, como a perspectiva ou a axonometria, centrados no ponto de vista do observador, relegando o ensino de outros sistemas para as aulas de geometria descritiva. [Continua no Livro de Resumos]
 
 
 
FILIPE J. S. BRANDÃO (ISCTE-IUL) e ALEXANDRA PAIO (ISCTE-IUL)
APRENDIZAGEM COLABORATIVA PARA UMA CRIATIVIDADE COMPUTACIONAL
Como pode o ensino-aprendizagem universitário responder a um mundo em rápida mudança? O que podem as tecnologias oferecer para atender os problemas de hoje e as necessidades de amanhã?
Na procura de respostas às questões colocadas, a UC de Criatividade Computacional, ministrada no ISCTE por uma equipa multidisciplinar de docentes a alunos arquitetura e computação, tem sido um laboratório de aprendizagem colaborativa através de seminários teórico-práticos com diferentes abordagens. O seminário de Gramáticas da Forma (Stiny and Gips 1972), pretende demonstrar a relevância das primitivas geométricas na conceptualização de lógicas computacionais e como estas podem ser essenciais em experiências com braços robóticos. [Continua no Livro de Resumos]
 
 
 
JOÃO CABELEIRA (EAAD/ Lab2PT ) e JOÃO PEDRO SILVA (EAAD)
APRENDER GEOMETRIA POR PROJETO EM ESTADO DE EMERGÊNCIA
Face à situação sanitária decorrente do contexto pandémico, devido à COVID-19, as atividades de ensino/aprendizagem programadas para o ano letivo de 2019/2020 sofreram uma profunda reformulação. Partindo deste contexto, esta comunicação expõe duas experiências desenvolvidas no âmbito da UC de Geometria, do 1º ano do Mestrado Integrado em Arquitetura da EAUM, sob o constrangimento do ensino tecnologicamente mediado: uma de trabalho individual incidindo sobre a conceção, desenvolvimento e representação de estrutura formal, e uma segunda desenvolvida em grupo, incidente sobre o levantamento arquitetónico, articulação espacial e aplicação de recursos projetivos a proposta de comunicação gráfica. Experiências que, respondendo ao programa da UC, exploraram a simultaneidade entre Geometrias de Relação e de Representação, nomeadamente no que se refere à vocação da primeira na compreensão e conceção de estruturas, a par dos processos de transformação e geração de forma, e da segunda na mecânica projetiva e domínio instrumental da representação espacial. [Continua no Livro de Resumos]
     
     
     
JOSÉ VÍTOR CORREIA (FAUL), LUÍS ROMÃO (FAUL) e ANA GUERREIRO (FAUL)    
UMA EXPERIÊNCIA DIDÁCTICA COM UM PERSPECTÓGRAFO CILÍNDRICO    
Nesta comunicação descrever-se-á uma experiência didáctica desenvolvida nas sessões práticas de uma unidade curricular optativa da Faculdade de Arquitectura da Universidade de Lisboa. Nesta disciplina – Cartografias do olhar – é feita uma abordagem multidisciplinar à temática da perspectiva, com conhecimentos e práticas do desenho, da geometria, da álgebra e da programação, procurando complementar e prolongar os programas das unidades curriculares obrigatórias de Desenho e Geometria Descritiva. A disciplina promove o questionamento crítico sobre hábitos e referenciais de representação adquiridos e o incremento das capacidades de desenho, no âmbito da delineação perspéctica. Em paralelo com a implementação computacional de métodos cartográficos (base de sistemas perspécticos alternativos) para o mapeamento da “esfera visual”, o que possibilita a concretização de delineações perspécticas matematicamente mais complexas, os estudantes são também convidados a participar em experiências de desenho divergentes e assim a envolverem-se numa investigação partilhada. [Continua no Livro de Resumos]
     
     
     
LÍDIA GANHITO (UNESP)    
DESENHAR DE DENTRO PARA FORA:
PROPOSIÇÕES ARTÍSTICO-EDUCACIONAIS PARA A PRÁTICA COLABORATIVA DO DESENHO DE MODELO VIVO
Esta comunicação é parte do desdobramento teórico da minha experiência com as oficinas colaborativas de modelo vivo que realizo desde 2012 junto com o coletivo colabMOV (São Paulo – Brasil). Em minha pesquisa de mestrado no Instituto de Artes da UNESP eu relacionei minha prática como educadora, artista e modelo com estudos em teoria, crítica e história da arte; deste diálogo surgiu o material didático-poético intitulado “Desenhar de dentro para fora: proposições artístico-educacionais para práticas colaborativas do desenho de observação de modelo vivo”, que sistematiza as propostas desenvolvidas pelo coletivo colabMOV. Neste Congresso compartilho brevemente esta metodologia, enunciando os temas teórico-práticos abordados na minha dissertação que embasam esta prática. [Continua no Livro de Resumos]
 
 
 
TERESA PAIS e MARIA JOÃO PINTO (DARQ-FCTUC)
MÓDULO INICIÁTICO À GEOMETRIA: UMA EXPERIÊNCIA INOVADORA NA UNIVERSIDADE DE COIMBRA
A Geometria é uma unidade curricular anual que faz parte do leque de disciplinas lecionadas no primeiro do Mestrado Integrado em Arquitetura da Universidade de Coimbra. Como pré-requisitos para a sua frequência consideram-se imprescindíveis alguns conhecimentos de Geometria, nomeadamente do Sistema Diédrico, que a generalidade dos alunos adquire no ensino secundário com a frequência da disciplina de Geometria Descritiva e que na Universidade de Coimbra é condição obrigatória para o ingresso no curso de Mestrado Integrado em Arquitetura.
Nos últimos anos, o aumento do número de estudantes internacionais a ingressar no curso fez acrescer também a quantidade de alunos que não traziam do ensino pré-universitário a devida preparação no que toca a esta unidade curricular, apresentando naturais dificuldades em acompanhar a matéria lecionada. [Continua no Livro de Resumos]
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     

 

   
* A pandemia do coronavirus determinou o adiamento da 3ª edição das Jornadas Didácticas para o ano de 2021, pelo que a Comissão Organizadora anunciou as novas datas para o evento a 09 de Outubro de 2020.
** Para cumprir as 12,5 horas de formação, a Comissão Organizadora alterou a data de realização dos workshops para o dia 16 de Outubro de 2021, de modo a não ocupar o dia 10 de Outubro inicialmente previsto.
As Jornadas Didácticas decorrerão em regime presencial, no dia 09 de Outubro, e por videoconferência, no dia 16 de Outubro.